Archive for the ‘turista profissional’ Category

Registros
13.novembro.2011

Um fim de tarde de feliz aniversário – e deliciosa apuração jornalística – em Paraty (RJ).

Anos de viagens a trabalho, como repórter de turismo, e só com a aquisição de uma câmera digital consegui criar álbuns pessoais da inúmeras paisagens e cenas que registrei em campo.

Se por um lado uma digital tira um tanto da graça e da surpresa dos cliques, e faz a preguiça deixar esquecer de fazer questão de ter as fotos em papel, sua modernidade permite que espetando um cabo de uma ponta a outra as imagens ganhem vida de novo, organizadas em pastas, datadas e separadas para ajudar a memória.

Gratas memórias de registros felizes.

E, com imensa saudade:
Anúncios

~ votem em mim!
24.agosto.2011

amigos e pessoas de passagem por aqui,

preciso de MUITOS cliques para ganhar um concurso fotográfico e conto com a ajuda de vocês.

o link é este: http://wp.me/P1A9M5-eo. e minha foto, que você vê abaixo, é a primeira da galeria – da Mesquita Azul, em Istambul, Turquia.

valeu!

da série O futebol explica tudo – II
31.agosto.2009

tirada no Memorial do Maracanã/RJ.

tirada no Memorial do Maracanã/RJ.

Explica?

Estreamos!
08.maio.2009

2009 tem sido agitado, cheio de mudanças, desafios e boas (ótemas!) novas. Esta que relato agora é fruto de mais uma maravilhosa coincidência da vida: um grande amigo que me repassa um contato de possível freela para uma nova revista, para a qual eu me apresento interessada, o que resulta na minha apresentação na mão de uma pessoa que há tempos o destino quer trazer pra perto – e que, pra história ficar completa, é redatora-chefe da tal revista.

A Red Report é uma nova aposta da comunicação da TAM. Circula somente nos voos internacionais e tem cara e abordagem ultramodernas. Linda! Matérias que mais parecem dicas de amigos descolados!

Nesta primeira edição, fui responsável pela seção Destinations – “Um olhar insider sobre os destinos TAM” -, mais especificamente pelos hotéis, restaurantes, bares, baladas, lojas e aeroportos de 14 cidades do Brasil e da Europa. Também tive o prazer de assinar uma nota com o melhor do bairro madrilenho de Chueca – que conheci no ano passado e já inclui na minha lista de points bacanas.

Enquanto a materinha de Madri não é estampada no meu portfólio online (www.flaviaperin.com), aqui vai o texto tal qual está nas páginas da Red.

Até o sol raiar

No bairro de Chueca, alguns endereços espertos para a noite acabar de dia

Vibrante e cada vez mais moderna, Madri esbanja diversão para quem tem gás – a ‘movida’ noturna é das melhores da Europa e agrada aos gostos mais variados. O bairro do momento é Chueca, que superou os tempos em que era ponto de drogas e prostituição para se transformar numa das mais divertidas e dinâmicas regiões da capital espanhola. Café, take away e videoclube, o Diurno (San Marcos, 37, 522-0009) é reduto de cinéfilos. Gostou da proposta? Vá ao bar da família Bardem, La Bardemcilla (Augusto Figueroa, 47, 521-4256), e aproveite para degustar boa comida a preços acessíveis. Os pratos são batizados com nomes de filmes! Para dançar, os antenados procuram o Priscilla (San Bartolomé, 6). E, para encerrar a noite sem abandonar o estilo local, o Hotel Room Mate Óscar (Plaza Vázquez de Mella, 12, 701-1173). Supercool, serve o café da manhã até meio-dia. Não sobram desculpas para não aproveitar os embalos até o fim…

* Flavia Perin acaba de voltar de uma temporada europeia e recupera-se de várias noites sem dormir

Edição que vem tem mais colaboração “vermelha”… Mais endereços legais em mais cidades (América do Sul entra na jogada!) e uma notinha sobre um restau muy rico na deliciosa Buenos Aires.

Já vêm aí mais novidades, aguardem!

O resgate da blogueira
30.abril.2009

Quero voltar a pensar em textos para este blog e, mais ainda, arranjar tempo (e ânimo) para escrevê-los. Porque aqui estou eu de novo tentando descobrir o motivo da minha mudez blogueira… Eu sei a razão. Comecei escrevendo de Portugal – o que era a ideia original, relatar, passo a passo, esta experiência. Não relatei quase nada mas acabei parando nesta estação, passando a análises e reflexões (poucas, ok), e de algum modo me perdendo… Desde que aqui comecei, este tem sido o único tema: tudo leva a este país ou à língua que nos une – e nos separa, como já comentado aqui também. Não se pode andar a vida toda em círculos.

Vamos variar! Do muito que já foi dito sobre o assunto, restaram montes de coisas por dizer, é verdade. Encerro com uma confidência: lá em Portugal, passei por um período de preguiça de blogar, por ter sido atropelada, no melhor sentido, de novidades, informações e sensações, e não menos por concluir sem muito esforço que era tudo muito pessoal para um espaço mundial e aberto. Fui, vivi, não quis dividir e pronto. Quem quiser saber, me pergunte e eu conto!

Segue um resumo do que vivi em terras lusas, textinho que fiz sob encomenda para ser publicado no Panrotas – mas que ficou na gaveta (deles) pois era de alguém ligado ao trade turístico, e não de alguém do trade turístico.

Sempre tive vontade de morar por algum tempo fora do país e aproveitar o benefício de possuir cidadania italiana – com a qual eu poderia trabalhar legalmente durante a experiência. Como sou jornalista – fui repórter de turismo do Jornal da Tarde por quase três anos, até 2003, e assessora de imprensa da MSC Cruzeiros em 2007 e da Braztoa no 29º Encontro Comercial, em 2008 – e não queria deixar de atuar na minha área, decidi por Portugal em função da língua, fundamental para a minha atividade, e dos bons amigos que tenho por lá. A primeira oportunidade profissional surgiu logo que cheguei a Lisboa, em maio do ano passado: fazer a assessoria de imprensa de ações de marketing da Brasiliatur na capital portuguesa. Após este job de cerca de dois meses, trabalhei numa agência de comunicação como freelancer e escrevi matérias de turismo para publicações brasileiras e lusitanas, como a edição portuguesa da revista de bordo da companhia aérea White. Até que fui contratada por 4 meses por uma empresa de eventos e conteúdos gastronômicos, a Edições do Gosto, onde fiquei até dezembro, quando decidi voltar para o Brasil. A decisão foi tomada por conta da atual crise econômica e do mercado, que aqui, até pelo tamanho do país, pude constatar que oferece mais chances e uma perspectiva mais otimista. Considero estes 7 meses e meio vividos em Lisboa um dos períodos de maior crescimento da minha vida. Senti o peso da diferença cultural, sem dúvida, e me surpreendi com as enormes divergências entre o idioma que nós usamos e eles usam. Mas, ao mesmo tempo, fui muito bem acolhida, fiz novos amigos, conheci lugares incríveis e aprendi a valorizar ainda mais o que nós, brasileiros, temos de melhor.”

Isto posto, colocamos um ponto final neste capítulo. A partir de agora o foco serão os novos passos profissionais e, quem sabe, insights, dicas de filmes, livros e lugares, diários de viagem, desabafos, ficção. Tudo bem ao gosto desta “escrevinhadora” de profissão e de coração.

Ah, para quem discorda do post abaixo, sobre o bendito (não dito?) Acordo Ortográfico, indico um outro ponto de vista que vale a pena ser considerado: Mesma grafia, línguas diferentes, de Bruno Dallari. Como é bom poder ver os outros lados, não?…