Brasília tem um quê de capital de outro planeta.
Inóspita e improvável, reta e curva, agregadora e distante, única.
Depois de lá estar por duas semanas quase inteiras, seguidas, sinto falta… Simples saudades de estar lá, naquela posição geográfica que não é a minha raiz exata — que é Sampa –, mas que tanto diz do meu país, desse nosso povo, dessa nossa cultura. Eu indico o Cerrado, a selva de pedra (meio um descampado) de Niemeyer, o céu de Brasília.
Também o final de tarde, os taxistas — Aidê! Sérgeo! –, os moradores de nomes estranhos, as quadras, os setores, os eixos. Os bares cheios de não-sei-quem’s e o monsieur Daniel Briand, pelo ambiente francês, os croissants e a bomba de chocolate! Aquele árabe que mesmo numa segunda-feira tinha vida, obrigada!
Me sinto mais brasileira depois desses dias brasilienses… Coisa boa.
E, pra fechar com chave de ouro, mais uma dessas coincidências que a gente adora — Vanvan que achou noutro blog: Os Bolonistas –, um trecho do filme L’ Homme de Rio, de 1964, com Jean-Paul Belmondo. Ótemo!
Esse vídeo é simplesmente o mááááximo! Vale assisti-lo mil vezes! Só não gosto dessa sua saudade de BSB… Hmmmmm!
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Beijo.
Esse vídeo é simplesmente o mááááximo! Vale assisti-lo mil vezes! Particularmente gosto dessa sua saudade de BSB… Imagino a recíproca, verdadeira. E vice-versa! Hmmmmm!
Eh… Brasília tem esse quê de estrangeiro e outro quê de familiar. Talvez daí a sensação de raíz…
O Cerrado é hostil, a secura da paisagem, e por vezes casa, a frescura da linha de água delimitada pela rocha férrea.
Muito bom, a obra transformada em ruína cheia de lixo.
A cal é o acidente feliz que o limpa da cor barrenta da cidade. Cor de memórias quentes.
E o fim? Inteligente distracção para um renascimento a que não assistimos a continuação.
Beijosss!
Ai como esse Alessandro é exibido! E plagiador! Hmmmmm
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Amada!!! TE entendo 100% sobre BSB. Minha cidade-mae, de alguma forma… Nao sabia que vc estava tao ativa aqui! Adorei! Bj